Mídia Golpista Brasileira - Circulação de jornais do PIG caem

A circulação média dos jornais filiados ao Instituto Verificador de Circulação (IVC) teve declínio de 4,8% no primeiro semestre deste ano em comparação ao mesmo período de 2008, segundo informa o Portal Vermelho.

A circulação média de todos os títulos filiados à entidade nos primeiros seis meses de 2009 foi de 4.231.165 exemplares por dia. No ano anterior, esse número alcançava 4.394.047.

De acordo com o levantamento, a circulação somada dos 20 maiores jornais diários brasileiros caiu 6% no primeiros semestre.

As maiores quedas foram de:

- O Dia (-24%);
- Extra, Jornal da Tarde e O Estado de S. Paulo (todos com -17%);
- Diário de S. Paulo (-11%);
- Diário Gaúcho (-9%);
- Meia Hora (-9%);
- O Globo (-8%);
- Folha de S.Paulo (-7%);
- Super Notícia (-4%);

Na ponta oposta, comemoram crescimento:

- Daqui (37%),
- Expresso da Informação (14%),
- Lance (8%),
- Agora (4%),
- Zero Hora (3%),
- A Tribuna (2%).

Mantiveram-se estáveis — o que no cenário atual é uma vitória — Correio Braziliense, Estado de Minas, Correio do Povo e Valor.

Não houve alterações significativas no ranking geral:

- Folha de S. Paulo (média diária de 296 mil exemplares),
- Super Notícia (288 mil),
- Extra (262 mil),
- O Globo (260 mil),
- O Estado de S.Paulo (215 mil),
- Meia Hora (203 mil),
- Zero Hora (184 mil),
- Correio do Povo (154 mil),
- Diário Gaúcho (152 mil),
- Lance (133 mil),
- Agora São Paulo (88 mil),
- O Dia (82 mil),
- Estado de Minas (76 mil),
- Expresso da Informação (67 mil),
- Daqui (63 mil),
- A Tribuna (62 mil),
- Diário de S.Paulo (61 mil).
- Dez Minutos, de Manaus (54 mil),
- Valor Econômico (54 mil),
- Correio Braziliense (53 mil),
- Jornal da Tarde (49 mil).

A queda poderia ser maior se não fosse as assinaturas em massa feitas por governos demo-tucanos, como as mais de 10.000 assinaturas feitas por José Serra (metade do Estadão e metade da Folha), e as 7.562 assinaturas do jornal Correio Brasiliense feita pelo governador do DEMos José Roberto Arruda.

Publicidade em baixa

Os meios impressos, em geral, também obtiveram queda de investimento publicitário nos cinco primeiros meses de 2009 em comparação com 2008.

De acordo com estudo do Projeto Inter-Meios, juntos, jornais e revistas caíram 16%: 9,48% e 7,37%, respectivamente.

O faturamento do meio jornal caiu para R$ 1,2 bilhão, sendo que a participação no bolo passou para 15,76%. Com queda, as revistas chegaram ao montante de R$ 555 milhões e participação de 7,09%.

Por Zé Augusto

EUA X Brasil - Obama monta agenda com o Brasil

Se for aprovado pelo Senado nos próximos dias, como se espera, Thomas Shannon, o atual secretário de Estado Assistente para o Hemisfério Ocidental, ocupará o posto de Sobel. E, segundo este, encontrará um clima ainda melhor do que o de três anos atrás — quando o bom entendimento entre os presidentes Bush e Luiz Inácio Lula da Silva já estava consolidado.

Barack Obama, disse Sobel, “deu cara nova aos Estados Unidos”, e a sua disposição de dialogar, de ouvir “aceitando que cada nação tem algo a contribuir”, tornará ainda mais estreito o relacionamento bilateral Brasil-EUA.

— As políticas do Brasil estão evoluindo, assim como a dos Estados Unidos. E nós estamos prestando um bocado de atenção nisso. O governo Obama ainda está em seus primeiros seis meses, mas está montando uma agenda na qual o Brasil está definitivamente bem no centro — disse.

Segundo Sobel, a sintonia entre Obama e Lula é perfeita.

Num encontro entre ambos na Casa Branca, em março passado, o principal tema da conversa, lembrou, foi a crise financeira e a necessidade de ambos desenvolverem políticas, inclusive conjuntas, de forma a que “ninguém seja deixado para trás”.

Perspectiva comum entre Lula e Obama

A necessidade de se combater a pobreza e a desigualdade, sob o risco desses males gerarem instabilidade, tornouse um objetivo comum a ambos, afirmou Sobel: — Eu já nem sei dizer se foi Obama ou Lula quem levantou esse assunto, porque o que temos visto é que, quando um deles começa uma frase, o outro é capaz de terminar essa mesma frase. Existe uma agenda e uma perspectiva comuns entre eles.

Sobel disse acreditar que se, por um lado, Obama deu um novo rosto aos EUA, o Brasil também adquiriu uma nova cara nos últimos anos. E isso estaria colaborando para que a parceria entre os dois países se torne mais intensa.

— O Brasil vive um momento muito especial. É uma ilha de estabilidade, tanto política quanto financeira. Quando olhamos para os temas que temos de confrontar, a energia, o clima, a gripe, as crises financeiras, o Brasil tem que ser parte da solução.

Sobel confidenciou que captou algo intrigante no trato diário com os brasileiros: — Eles são incapazes de dizer não. Mas isso não significa, necessariamente, que estejam sempre dizendo sim.

Segundo ele, a mídia americana começou a descobrir o Brasil, dando mais atenção ao que acontece no país. Por isso, os americanos agora sabem onde fica o Brasil no mapa-múndi: — Não me fazem mais aquelas perguntas malucas sobre o país. E já deixaram de pensar que Buenos Aires é a capital do Brasil.

Por: Helena ™

O NOVO PAPEL DO BRASIL NO MUNDO

O clima muda no Brasil. Com a retomada do crescimento (ainda lento da indústria), dos investimentos, do emprego; com a queda da inflação e a manutenção das medidas adotadas pelo governo Lula - que se recusou a seguir o receituário tucano de corte de gastos, de investimentos e de mais superávit – caminhamos para a superação da crise financeira internacional.

Já a situação mundial não melhora, pelo contrário. Frente ao imobilismo dos países desenvolvidos - Estados Unidos e União Européia (UE) à frente - o contexto internacional se agrava com mais desemprego e nada de retomada do crescimento.

Essa realidade exige que o nosso país tome medidas para não depender apenas do sistema financeiro e dos mercados externos e internacional. O Brasil precisa consolidar o sistema financeiro e a poupança nacionais, seus bancos e sistema financeiro público, e seu mercado interno.

Um sistema econômico próprio para a nossa região

Precisamos construir na região um sistema econômico próprio com autonomia e capacidade de financiamento. Uma zona de livre comércio que abranja integração energética e de transportes, com um banco próprio de investimento e uma política regional industrial, instituições políticas, sociais e de defesa. E, no futuro, com uma moeda única.

E tudo, sem abandonar a luta pela reforma do sistema de poder financeiro, comercial e militar mundial. Recusando-se a aceitar o congelamento da atual estrutura de poder - começando pela luta pela reforma do sistema financeiro e dos organismos internacionais (ONU, FMI, BIRD, OMC).

Assim, o Brasil ocupará junto aos demais países emergentes - BRICs à frente - o seu papel no mundo, correspondente à sua dimensão como nação e economia.

Por Zé Dirceu

EM ALMOÇO 19 MULHERES ESPECIAIS E BEM SUCEDIDAS PRESTIGIAM DILMA

Mesmo com algumas convidadas interessadas em arrancar uma confissão de DIlma Rousseff se pretende ou não ser candidata pelo PT em 2010, o clima correu na maior cordialidade, puxa saquismo e demonstrações de amizade pela frente, já por trás não se sabe.

Em almoço organizado pela ex-ministra do Turismo Marta Suplicy em São Paulo a Ministra Chefe da Casa Cívil do Governo de Luiz Inácio Lula da Silva Dilma Rousseff foi a mais festejada e, claro, observada.

Com a presença de 19 mulheres, entre as mulheres bem sucedidas a psicanalista Eleonora Rosset, a filósofa Marilena Chauí e a dramaturga Marta Góes, entre especionais Viviane Senna, Adriane Galisteu, Ana Maria Braga e Luciana Gimenez, lá estavam não se sabe se a mando de seus patrões ou se definitivamente sairam de cima do murro, até porque só uma idiota não vota ou declara sua aprovação pela eleição de uma mulher para a presidência do Brasil quando tem o aval de um presidente com 80% de aprovação.

Do blog

Trágedia da Air France - Aeronáutica diz que maior dificuldade nas buscas é local onde avião desapareceu

O vice-chefe do Centro de Comunicação Social da Aeronáutica, coronel Jorge Antônio Amaral, avaliou hoje (1º) que a maior dificuldade nas buscas pelo Airbus A 330 da Air France se deve à localização – a área onde a aeronave desapareceu dos radares está localizada no centro do Oceano Atlântico. “O acesso é um pouco lento”, disse.

“É necessário uma base o mais próximo possível para que haja abastecimento das aeronaves como suporte. Hoje, estamos usando as bases de Natal e de Fernando de Noronha.”

Ele confirmou que além de seis aeronaves e dois helicópteros brasileiros, a França também enviou uma aeronave. Um dos aviões da Força Aérea Brasileira (FAB) estava em missão em Las Palmas, na Espanha, mas já foi deslocado para o local.

A Força Aérea norte-americana, de acordo com Amaral, já se colocou à disposição, mas ainda não há um número definido de aeronaves a serem enviadas.

O Airbus A 330, com 216 passageiros e 12 tripulantes a bordo, partiu do Rio de Janeiro às 19h de ontem (31) e deveria ter chegado a Paris às 6h15 de hoje (11h15 no horário local).

Por Mariana Jungmann e Paula Laboissière

Progresso - Lula diz que Brasil não sofrerá mais apagões

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta segunda-feira (23), ao longo de seu programa semanal de rádio “Café com o presidente”, que o país não corre risco de sofrer novos apagões. Após falar sobre o potencial do terminal de gás natural na Baía da Guanabara, Lula prometeu que o governo vai garantir energia.

“Posso dizer ao povo brasileiro que durma tranquilo, que os empresários invistam, porque vamos garantir mais energia”.

Lula voltou a afirmar que a inauguração do Terminal de Gás Natural Liquefeito (GNL) da Petrobras na Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro, é passo para independência do país em relação à Bolívia, principal fornecedor de gás ao Brasil. “Representa mais independência. Nós não corremos risco de apagão em hipótese alguma”, disse.

Para Lula, importante num cenário de crise é manter-se independente em várias frentes. “Nós não poderíamos ficar dependentes de um país”, disse. “Quando tivermos com os lagos das nossas hidrelétricas vazios, poderemos acionar a termelétrica a gás e ela vai produzir a energia que o Brasil necessita”.

Lula afirmou que a relação com a Bolívia é boa. “Em 2006, nós tínhamos uma crise. A Petrobras vivia reclamando da Bolívia; a Bolívia vivia reclamando da Petrobras. A Bolívia resolveu nacionalizar o seu gás. Eu compreendi isso. Agora, eu também sabia que o Brasil não podia ficar submetido a apenas a pressão de um fornecedor de gás. Por isso que a gente começou a investir em pesquisa e em prospecção de gás”.

Do Em Tempo Real

Brasil é 8º em ranking de transparência do orçamento público

O Brasil ficou em oitavo lugar em um ranking de 85 países que tiveram o seu grau de transparência do orçamento público analisado por uma ONG com sede em Washington.

O estudo, do International Budget Partnership (IBP), concluiu que 80% dos governos do mundo não fornecem informações adequadas à população sobre seus gastos. Segundo o IBP, que monitora e promove a transparência governamental, quase 50% dos 85 países analisados "fornecem informações tão ínfimas que permitem esconder gastos impopulares, desperdiçados e corruptos".

A ONG analisou dados colhidos até setembro de 2007 e examinou os instrumentos de fiscalização e auditorias de cada país para avaliar o grau de transparência dos orçamentos apresentados pelos governos e os mecanismos que permitem o acesso a informações sobre gastos públicos.

O documento revela que 68 dos 85 países analisados "não oferecem informações abrangentes e adequadas para que as pessoas possam entender, participar e monitorar a utilização de fundos públicos".

O estudo concluiu também que mais da metade dos países chegam a juntar informações que permitiriam uma compreensão e um acompanhamento mais efetivo do público no planejamento e aplicação do orçamento - mas essas informações acabam não sendo divulgadas. Em 51 dos 85 países, os governos produzem pelo menos um documento-chave que acaba não sendo divulgado ao público.

Ranking
Com base nos dados, o IBP criou um ranking para permitir a comparação entre os países. No topo está a Grã-Bretanha, liderando o grupo de apenas cinco países que, segundo o estudo, "fornecem informações abrangentes" sobre o dinheiro colhido e gasto pelo governo.

O Brasil está em oitavo lugar no ranking geral e pertence ao grupo dos países que "provêem informações substanciais" e "concedem aos cidadãos algumas ferramentas para monitorar e cobrar responsabilidade do governo na administração do dinheiro público".

Segundo o documento do IBP, no Brasil, entretanto, é "de certa forma difícil monitorar gastos, arrecadação de impostos e empréstimos no decorrer do ano fiscal".

"O Brasil divulga um relatório anual bastante abrangente sobre seus gastos, mas não lança um relatório semestral", diz a ONG. "Isso poderia ajudar em muito a fortalecer o acompanhamento público na implementação do orçamento."

O documento diz ainda que, "apesar de a Constituição garantir o direito de informação ao cidadão, é necessária uma regulamentação adicional para tornar esse direito mais efetivo".

O Brasil é o país latino-americano mais bem colocado no ranking e é o melhor posicionado entre os Brics (grupo de emergentes formado por Brasil, Rússia, Índia e China).

A China aparece no último bloco do ranking, que inclui os 25 países em que "há muito pouca ou nenhuma informação" sobre o uso dos fundos públicos. Entre os emergentes, o Brasil só fica atrás da África do Sul, que ficou em segundo lugar no ranking geral.

BBC Brasil